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Início//Escriba de Política de Acesso de Agentes na Web: ADR, matriz por classe de site e runbook para quando o site muda a regra
Um pacote de 5 arquivos que transforma o relato "meu agente de IA parou de funcionar em sites que antes funcionavam" em uma decisão arquitetural registrada: qual mecanismo de acesso usar daqui em diante, com qual identidade, para qual classe de site, e o que fazer quando um site muda de regra sem avisar.
O problema não é técnico apenas. O mesmo 403 pode nascer de bot management, de sessão que não sobrevive à automação, de contrato comercial ou de rate limit — e cada origem leva a uma decisão diferente. Escolher a resposta errada custa caro: um agente que "só precisa de um proxy melhor" está a um passo de evasão de controle, e um que "pede permissão para tudo" deixa de entregar valor. Este pacote separa as duas coisas com rastreabilidade.
Para quem:
arquitetos e tech leads responsáveis por agentes que navegam, autenticam, compram ou leem dados na web;
founders de produto de agentes que recebem bloqueios de sites grandes e precisam decidir entre API, programa de parceiro, navegador delegado ou parar de operar;
times de risco/compliance que precisam aprovar automação em conta de terceiro com evidência, não com opinião;
consultores que precisam entregar um laudo de acesso em 1 a 2 semanas.
Você fornece:
o dossiê de bloqueio: sites, sintomas observáveis (status, CAPTCHA, logout, 429), como o agente se identifica (user-agent, IP, sessão, OAuth), qual ação ele executa, o que mudou antes do sintoma, e se existe contrato com algum site;
contexto organizacional, quando existe (pressão para "resolver de qualquer jeito", setor regulado, orçamento).
Você recebe:
um documento único com 9 seções em ordem fixa: resumo da decisão, fatos do dossiê com etiqueta de confiança, diagnóstico por camada (hipótese + evidência que a confirmaria), tabela de 5+ opções de acesso com pontuação e pesos visíveis, ADR completo, matriz de política por classe de site com aprovador, roteiro em fases com critérios de saída numéricos, runbook para "o site mudou a regra" e riscos/lacunas;
um bloco Handoff com as decisões que exigem humano, os dados que faltam e o nível de confiança da análise.
Os arquivos do pacote:
buyer / evidence
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01-prompt-principal.md — o prompt reusável: persona, objetivo, 9 seções com schema de saída, passo a passo de 9 etapas e formato de erro.
02-regras-e-restricoes.md — 29 guardrails numerados: nunca sugerir evasão de controle de bot (rotação de IP, fingerprint, CAPTCHA automático), nunca inventar cláusula ou número, como separar fato de hipótese, 6 casos de borda conhecidos (banco, site parceiro que também bloqueia, BYO-agent, bloqueio intermitente) e formato de recusa parcial.
03-contexto-e-exemplos.md — glossário de bot management, identidade de agente, integração assistida e navegador delegado; 6 premissas de ambiente; Exemplo 1 completo (dossiê de 4 sites com 4 causas) e Exemplo 2 difícil (dossiê de uma linha — a resposta correta é não entregar documento).
04-harness-de-verificacao.md — 25 checagens de autoverificação em 5 blocos, 10 critérios objetivos de aceite (B1–B10) que o comprador roda sobre a saída, e 4 testes de caixa-preta, incluindo o teste adversarial de evasão.
05-template-de-variacao.md — 5 variações prontas: dossiê resumido de 600 palavras, dossiê adversarial, anexo para agente de navegador, anexo para API oficial e setor regulado.
Como usar:
Cole o conteúdo de 01 e 02 numa conversa, de uma vez.
Envie o dossiê com o rótulo "DOSSIÊ:" seguido das respostas da lista "Você fornece". Se faltar algo, o prompt diz o que faltou em vez de inventar.
Peça o documento. Para reuniões, use a variação 1 do arquivo 05; para agente de navegador, a variação 3.
Guarde o Handoff: as decisões humanas listadas ali são o que precisa de assinatura antes de qualquer mudança em produção.
Como validar:
rode o arquivo 04 sobre a saída (Parte A) ou peça "rode o harness" e receba a tabela B1–B10;
compare com o Exemplo 1 do arquivo 03: as seções devem ter o mesmo nível de detalhe e as mesmas etiquetas de confiança;
aplique o Teste C: um dossiê de uma linha deve produzir STATUS: NAO_ENTREGUE, não um documento inventado.
Saída de IA organiza a decisão, aponta lacunas e padroniza o registro — ela não substitui o julgamento de quem responde pelo sistema perante o usuário, o site e o contrato. Toda decisão de acesso e toda recusa devem ser revisadas por quem assume o risco.