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Auditor de Confiança de Cadeia — um pacote de 5 arquivos que leva um LLM a produzir um laudo de confiança com decisão quando um certificado intermediário ou raiz em que sua organização confia é comprometido, revogado ou retirado do mercado.
O problema: depois de um boletim de CA, todos atualizam o navegador — e a maior parte do parque continua confiando na cadeia comprometida. A confiança não mora num lugar só: bundle do sistema operacional (F1), bundle embutido em imagem de container, binário, SDK ou app empacotado (F2), keystore separado como o cacerts do Java (F3) e validação da plataforma (F4). Atualizar F1 e esquecer F2/F3 é o erro que domina o incidente, e ele passa em qualquer comitê porque "o SO está atualizado". Somam-se dois clássicos: tratar a revogação publicada pela CA como escudo (cliente binário não consulta revogação) e remover a intermediária sem olhar o cross-sign, deixando a raiz de terceiro confiando no mesmo caminho.
Este pacote decompõe "confiar" nessas quatro fontes, classifica cada classe de cliente e emite uma postura única (S1–S5) com critério objetivo, dono, prazo e custo de reverter. Cliente sem canal de atualização (appliance, OT, terminal, firmware congelado) não vira "basta atualizar": vira contenção de rede medida, detecção e data-limite declarada — nunca contada como cobertura.
Para quem: arquitetos de plataforma, segurança de produto e SRE com frotas heterogêneas; times de CI/CD que publicam pacotes com curl|sh e SDKs de cloud; risco e compliance; MSPs.
Você fornece: o dossiê do comprometimento (autoridade, intermediárias, raízes e cross-signs, mecanismo, janela em que a chave foi recuperável, o que foi revogado e o que cada fabricante já publicou) e o inventário de clientes TLS (classes, quantidade, o que passa por TLS, dano se aceitar certificado forjado, veículo de atualização, se consulta revogação, se impõe CT, detecção disponível). Pode vir incompleto — o prompt trabalha com lacunas declaradas em vez de inventar versão, quantidade ou nome de raiz.
Você recebe: um em 12 seções fixas: resumo executivo com os quatro números que decidem; fatos, inferências e lacunas com impacto; as quatro fontes de verdade por classe; com dano e rede hostil plausível; com critério objetivo, o que não resolvem, dono, prazo e custo de reverter, mais as recusadas com motivo; (o que sai, o que fica e o que quebra); e critério de parada; detecção da janela passada; (pipeline com , dispositivo sem canal de atualização, indício de interceptação); com uma decisão e o teste que a desmente; riscos residuais com dono e revisão; e a autoverificação.
buyer / evidence
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curl|shArquivos do pacote:
01-prompt-principal.md — persona de arquiteto de PKI, entrada em formulário, passo a passo P1–P11 e o schema exato das 12 seções.02-regras-e-restricoes.md — 35 guardrails numerados: fato × inferência × lacuna, escopo da confiança, posturas e honestidade, prova, segredos, casos de borda (firmware congelado, keystore Java, correção revertida por atualização de SO, bundle dentro do artefato, assinatura de código) e erro em bloco BLOQUEIO.03-contexto-e-exemplos.md — glossário (cross-sign, revogação, CT, chave recuperável, JA3/JA4, pinning), 8 premissas de ambiente e dois exemplos completos: organização com seis classes e um caso difícil em que a entrada é uma manchete mais uma frase de pânico.04-harness-de-verificacao.md — autoverificação em 24 itens, critérios de aceite C1–C12 para o comprador e o teste de contraste que mostra se o pacote está em uso.05-templates-de-variacao-e-comunicacao.md — versão de crise de uma página, versão cloud-native, versão dispositivo sem canal, tabela por tipo de comprometimento, checklist de bolso e frases prontas para comitê, engenharia, auditor e fornecedor.Como usar: cole 01 + 02 + 03 no mesmo contexto e, em seguida, dossiê + inventário. A saída vem no schema de 12 seções. Use 05 para reduzir a uma página; use 04 para aceitar ou devolver a saída antes do comitê ou do auditor.
Como validar: rode o pacote nas duas entradas do arquivo 03 e aplique a tabela do 04. A entrada normal deve classificar as seis classes, colocar imagens e pipelines em S1/S3 pelo dano, tratar o appliance como S4 marcado como não-cobertura, recusar remoção da raiz de uso geral e recusar desligar validação de TLS; a entrada difícil deve recusar-se a inventar CA, versão e quantidade e entregar comandos de teste antes do veredito. As duas saídas precisam conter prova positiva, prova negativa e a frase de revisão humana.
Toda saída de IA deve ser revisada por quem responde pela disponibilidade e pela segurança do parque: o laudo organiza a decisão e nomeia as lacunas — a aprovação de janela, de mudança de bundle e de postura de aceitação é humana.